quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

"Persistencia da Memória"



Este quadro, é a mais conhecida obra de Dali, a flacidez dos relógios pendurados e escorrendo mostram uma preocupação humana, como o tempo e a memoria.
Em 1931, Salvador Dali criou este quadro. Nesta obra Dali retrata a preocupação humana com o passar do tempo e da memória através da flacidez de relógios pendurados, que escorrem sob uma paisagem de Porto Lligat, norte de Espanha (memórias de infância de Dali).
Na tela encontram-se três relógios a marcar horas diferentes, as suas formas curvas e sensuais evidenciam a conotação sexual, nomeadamente o k se encontra no centro do quadro, em cima de uma pedra simuladora do rosto do próprio autor adormecido. Dali entendia que os relógios como instrumentos exactos que transmitem de forma objectiva a passagem do tempo. As suas formas orgânicas remetem para um universo de prazer, recordando a dimensão fugida do tempo e fazendo o cruzamento da percepção da realidade com a casualidade da memória.
Este quadro mostra também o interesse do pintor pelas conquistas da ciência, como a teoria da relatividade de Einstein, que colocou em causa a ideia de espaço e tempo fixos, e as pesquisas de Freud relativamente a importância do inconsciente e dos sonhos.A “Persistência da Memória”, mais conhecido por relógios moles, é uma obra pintada a óleo sobre a tela, exposta actualmente no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque.
Gosto deste pintor e dos seus quadros por isso escolhi esta obra e este artista.
Diana Costa 9ºB nº9

A Persistência da Memória-Salvador Dalí


Salvador Dalí, era um conhecido pintor Espanhol, que nasceu a 11 de Maio de 1904, em Figueres, onde também morreu.O trabalho de Dalí chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, como nos sonhos, com excelente qualidade plástica. Este quadro, “A Persistência da Memória”, demonstra isso mesmo e é um dos mais famosos quadros de Dalí. Este quadro que não é dos maiores deste pintor, representa a flacidez dos relógios dependurados escorrendo, mostram uma preocupação humana, como: tempo e memória. Segundo Dalí, este quadro levou apenas duas horas para pintá-lo. “A Persistência da Memória” é uma tela, que como já disse, é pequena (24 x 33 cm). No fundo parece ter uma paisagem de uma praia ao amanhecer. Também tem ao lado uma mesa, sobre a qual existem mais dois relógios: um fechado, coberto por formigas, que parecem devorá-lo, e outro igualmente mole, que escorre pela mesa. Ainda, em cima da mesa, há um tronco de árvore. Num de seus dois galhos secos, outro relógio mole está pendurado, como uma roupa dependurada. Esta obra é muito surrealista, reúne elementos muito próprios do movimento. Dalí aprecia muito as teses freudianas, porque gosta muito das ideias Sigmund Freud. Este quadro dá a entender que o tempo não é rígido mas sim flexível, como passado e presente, ou então sonho e realidade! Embora persuadido pelas ideias do surrealismo, a técnica de Dalí contém contornos próprios e vai além da automação surrealista. Salvador Dalí, introduz na sua criação um método próprio, designado por o próprio como “crítico-paranóico”. Esse método deve ser uma forma diferente de perceber a realidade. Segundo palavras do pintor, seria “um método espontâneo de conhecimento irracional baseado na associação interpretativa crítica de fenómenos delirantes. Salvador Dalí, foi, é, e sempre será, um grande artista, um grande pintor. Eu escolhi este quadro porque quando olhei para esta pintura fiquei muito surpreendida porque é uma pintura linda, na minha opinião Salvador Dalí é um dos pintores melhores do Mundo! Gostei muito de fazer este trabalho sobre este quadro e este grande pintor!
Bibliografia: - http://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_Dal%C3%AD -http://www.palanque_virtual.blogger.com.br/memoria.jpg
Sara Queirós; nº 22; 9ºB

rosas sangrentas de Dali


Salvador Dali (1904 -1989) foi um importante pintor catalão, conhecido pelo seu trabalho surrealista. O trabalho de Dali chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, como nos sonhos, com excelente qualidade plástica. Dali foi influenciado pelos Mestres da Renascença, e foi um artista com grande talento e imaginação. Desde cedo revelou talento para o desenho Salvador Felipe Jacinto Dalí i Domènech nasceu às 8h45 da manhã de 11 de Maio de 1904.
Salvador Dalí morreu de pneumonia e falha cardíaca às 10h15 de 23 de Janeiro de 1989 na mesma cidade que o viu nascer e foi sepultado em campa rasa no átrio principal do seu Teatro-Museu Dalí (o túmulo contudo, situa-se na cave junto aos lavabos...).Durante a sua vida expôs várias obras das quais obteve muito sucesso.
Entre essas obras as rosas sangrentas que e a que aqui ao lado representado. E eu escolhi esta tela pois para mim representa a maternidade que e uma coisa interessante.
Retirei esta obra da seguinte fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_Dal%C3%AD.
espero que gostem



Sara Vaz 9ºB Nº 23

Joan Miró i Ferrà


Joan Miró i Ferrà
Nasceu em Barcelona, a 20 de Abril de 1893 e faleceu em Palma de Maiorca a 25 de Dezembro de 1983 foi um importante escultor e pintor surrealista catalão.
Quando era jovem, frequentou a Escola de Belas-Artes da capital catalã e a Academia de Gali. Em 1919, depois de completar os seus estudos, visitou Paris, onde entrou em contacto com as tendências modernistas como os fauvismo e dadaísmo.
A pintura O Carnaval de Arlequim, 1924-25, e Maternidade, 1924, inauguraram uma linguagem cujos símbolos remetem a uma fantasia naif, sem as profundezas das questões psicanalistas surrealistas. Participou na primeira exposição surrealista em 1925.
Em 1928, viajou para a Holanda, tendo pintado as duas obras Interiores holandeses I e Interiores holandeses II. Em 1937, trabalhou em pinturas-mural e, anos depois, em 1941, concebeu a sua mais conhecida e radiante obra: Números e constelações em amor com uma mulher. Mais tarde, em 1944, iniciou-se em cerâmica e escultura. Em suas obras, principalmente nas esculturas, utiliza materiais surpreendentes, como a sucata.
No fim da sua vida reduziu os elementos de sua linguagem artística a pontos, linhas, alguns símbolos e reduziu a cor, passando a usar basicamente o branco e o preto, ficando esta ainda mais naif.
Pessoalmente gostei muito desse quadro do Miró, principalmente as linhas grossas e a profundidade do quadro e as cores vivas que ele utilizou.
Trabalho elaborado por: Diana Salgado 9ºb nº 10

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Pablo Picasso - Guernica


Partilho com vocês, em forma de leitura videográfica, esta reflexão acerca da obra Guernica de Pablo Picasso. Poderá Interessar mais aos que escolheram esta obra para trabalhar, deve no entanto, ser visionado por todos.
Pois é! No YouTube também existem coisas interessantes, muito interessantes.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Mulher com chapéu (A senhora Matisse)


É um óleo sobre tela do francês Henri Matisse, datado de 1905. Actualmente encontra-se na posse de um coleccionador particular.Porém, no meio de tais cores, sobressai o distinto chapéu com flores da senhora. As flores que o chapéu preenchem, foram vistas na época em que foi exibido pela vez primeira como sendo ridículas, sem contornos definidos, incompletas. Todavia, os críticos de arte que tais afirmações fizeram, esqueceram-se de referir que estas são brilhantemente expressivas e, diga-se, frias, enaltecidas pela beleza entristecida de Madame Matisse, que, por sua vez, suporta elegantemente um leque de cor azul, formando uma composição sem precedentes.
Mulher com chapéu, aquando da sua exibição, foi alvo de muitas críticas, já que adquiriu padrões completamente revolucionários, assim como o sucessor A alegria de viver. Nunca ninguém havia visto algo assim. Todas as convenções foram abatidas, simplesmente ignoradas, um facto que se fez ecoar até pela América Latina. As regras foram, incompreensivelmente, quebradas. E porquê incompreensivelmente? A palavra incompreensível era a mais utilizada para a descrição destas obras, cujos autores haviam sido apelidados pelo crítico de arte Louis Vauxcelles de «fauves». Todavia, a utilização desta palavra era obnubilada, já que, olhando a arte de forma retrospectiva, era mais do que necessário outra revolução, e a criação do Fauvismo foi de facto uma sublime e escandalosa revolução. Além disso, o público, mesmo que não o admitindo, necessitava de algo que o enchesse de rir, que o fizesse libertar-se e algo que conseguisse, por fim, transmitir sentimentos, sensações.
Trabalho elaborado por.: Simão 9C

Brut 300 TSF de Amadeo de Souza-Cardoso

Amadeo de Souza-Cardoso nasceu em Amarante a 14 de Novembro de 1887 e faleceu em Espinho a 25 de Outubro de 1918. Em Amarante, sua terra natal, (os interessados) podem visitar o museu do pintor onde poderão encontrar fantásticas obras do mesmo.
A obra que escolhi está apresentada no lado esquerdo, é uma pintura de seu nome Brut 300 TSF. É um óleo sobre tela, foi pintado em 1917 e mede 86 cm de altura e 66 cm de largura. A pintura pertence ao Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão de Lisboa (Fundação Calouste Gulbenkian).
O pintor português tomou primeiro contacto com o Impressionismo e depois com o Expressionismo e o Cubismo (correntes artísticas da época).
Além dos estudos e experiências realizadas por Souza-Cardoso este participou, também, em várias exposições no estrangeiro. Teve também a coragem de realizar duas exposições em Portugal, respectivamente no Porto e em Lisboa, mas causou agitação entre os cidadãos tendo as suas obras sido bastante criticadas e ridicularizadas.
Como se pode ver Amadeo de Souza-Cardoso era um visionário e vivia fora do seu tempo, talvez a sua personalidade e a sua maneira de ver o mundo tenha sido o que mais me suscitou interesse.
As cores da obra são bastante fortes e apelativas e as formas sobrepostas dão um carácter revolucionário, penso que o pintor apela muito à sua criatividade, e isto sem dúvida é o que eu mais gosto na personalidade de uma pessoa, a sua originalidade!

Beatriz Carneiro 9ºD Nº7

Bibliografia:

Henri Matisse – Mulher de chapéu


Pintor francês, nascido em 1869, Henri-Émile-Benoît Matisse foi um dos grandes pintores do século XX que mudou a arte. Quando tinha cerca d 20 anos ofereceram lhe uma caixa de tintas e foi ai que Matisse descobriu o que lhe dava felicidade, a pintura. Henri Matisse rejeitava a luminosidade impressionista utilizada nos quadros no seu tempo e usava como factor principal a cor. Nas suas obras usava, também, formas curvas e motivos repetitivos. Representou a natureza como o deslocamento do mundo das aparências para o mundo da imaginação e da dinâmica. Foi Matisse quem criou o fauvismo com “Mulher com chapéu”, o quadro que eu vou falar mais a baixo. Henri Matisse faleceu em 1954.
Este quadro que vou falar chama-se “Mulher com chapéu”, também conhecido por ”A senhora Matisse”. Foi pintado em 1905 pelo pintor Henri Matisse. É uma pintura sobre tela e actualmente esta com um coleccionador particular. Decidi elaborar o meu trabalho sobre esta obra porque a acho muito interessante, admiro Henri Matisse e também porque foi um dos quadros “revolucionários” do século XX. Antes do século XX os pintores limitavam-se a demonstrar e realidade nos seus quadros, não abriam asas à sua imaginação e depois de Matisse (e outros pintores) expor as suas obras criou-se uma nova “mentalidade” na área das artes, criaram -se novas correntes artísticas como o fauvismo, o cubismo, o expressionismo, etc. Esta obra pertence ao fauvismo (feras), corrente artística caracterizada por utilizar cores fortes, ritmo e linhas essenciais sem transição. Nesta corrente artísticas valorizam-se mais as cores do que as formas. Esta obra foi exposta pela primeira vez no Salon d'Automne e foi ai que ficou conhecida por ser uma obra diferente. Quando exposta foi ridicularizada devido à não definição das flores do chapéu da senhora. Esta senhora era a esposa de Matisse e, nesta obra, esta com uma expressão triste, dramática.
Eu pessoalmente acho este quadro muito interessante, devido è mistura de tons e ao não aperfeiçoamento das formas. Eu acho que este quadro não é um retrato mas também não é só imaginação, acho que Henri Matisse utiliza a sua esposa como “imagem de fundo” e depois utiliza a sua imaginação para o pintar, utilizando essencialmente cores frias. O que mais sobressai nesta obra são os cabelos e o vestido da senhora devido e não serem pintados com cores frias, na minha opinião.

Bibliografia:
http://joanario.no.sapo.pt/matisse.htm
http://alvarovelho.net/index.php?option=com_content&task=view&id=150&Itemid=1
http://pt.wikipedia. org/wiki/Henri_Matisse
http://www.mac.usp.br/projetos/seculoxx/modulo1/expressionismo/fauvismo/matisse/index.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mulher_com_chap%C3%A9u_(A_senhora_Matisse)
Trabalho elaborado por:
- Nádia Soares nº21 9ºD

Gernica - Pablo Picasso

Pablo Ruiz Picasso


Pablo Ruiz Picasso, nasceu no dia 25 de Outubro de 1881, em Málaga, Espanha, no seio de uma família vinculada à pintura. Foi na Corunha que começou os seus estudos de Belas-Artes, mas foi em Barcelona que completou a sua formação e iniciou a sua carreira de pintor. Conheceu todos os artistas catalães dessa época pois frequentava a cervejaria 4 Gats. Faleceu no dia 8 de Abril de 1973, em Mougins, França.

Guernica


Este quadro foi pintado por Pablo Picasso no ano de 1937, pouco depois dos bombardeamentos alemães da vila basca de Gernika-Lumo, por ordem do General Franco. Dos 7000 habitantes, 1654 foram mortos e 889 feridos.
Em primeiro plano no quadro, está uma figura fragmentada com a cabeça cortada e um braço também cortado agarrando uma espada partida. Junto à mesma, encontra-se uma flor, como uma mensagem de esperança numa vida nova. A delicadeza da flor aumenta o horror geral da cena caótica.
O touro (ou minotauro) que aparece na composição foi interpretado de maneiras muito diferentes nos últimos 70 anos. Uns dizem que é para marcar a tradição espanhola, a Tourada, outros que é uma referência a Franco e à ditadura. Para Picasso, era apenas um touro.
Este quadro não apresenta lágrimas, nem mesmo na figura da mãe que segura o sei filho morto, no entanto a mãe está a gritar. A angústia no rosto da mãe é especialmente penetrante, talvez aumentada pelo contraste entre o estilo do rosto e a representação mais convencional da criança. Formas semelhantes aparecem um pouco por todo o quadro
Neste quadro, o cavalo é tratado como uma figura feminina. Aparece como um animal mortalmente ferido. Para os que estão mais próximos da leitura política, o cavalo em agonia é o símbolo das vítimas civis dos bombardeamentos de Gernika-Lumo.
Por cima da cabeça do cavalo, está um candeeiro eléctrico aceso, em forma de sol, que representa o "olho de Deus" que vê tudo.
Nesta obra o pintor opta por usar uma paleta de branco, preto e cinzentos. A técnica utilizada é o óleo sobre a tela e tem as dimensões de 350 x 782 cm.
"Com Guernica Picasso vem dizer-nos que as vítimas dos conflitos são os grandes vencedores morais, num pensamento artístico verdadeiramente revolucionário", defende o comissário da exposição Picasso.

Bibliografia:
-
http://www.suapesquisa.com/picasso/
-
http://dossiers.publico.pt/noticia.aspx?idCanal=1776&id=1259877
-
http://www1.ci.uc.pt/iej/alunos/1998-99/guernica/index.htm
-
http://dossiers.publico.clix.pt/noticia.aspx?idCanal=1776&id=1259881

Trabalho elaborado por:
- Catarina Soares nº9 9ºD

Casa Milá


Casa Milà, também conhecida como La Pedrera ('A Pedreira em Catalão), é um edifício desenhado pelo arquitecto catalão Antoni Gaudí e construída entre os anos 1905 e 1907. Está situada no número 92 do Passeio de Gràcia (passeios é Catalão para promenade ou avenida) no bairro Eixample de Barcelona, Catalunha, Espanha. Foi construída para Roger Segimon de Milà.É parte do Património mundial da UNESCO, juntamente com outras obras de Antoni Gaudí.
O edifício não possui quaisquer linhas rectas. A maioria das pessoas considera-o magnífico e arrebatador; alguns dizem que se parece a ondas de lava ou a uma duna de areia. O edifício parece desafiar o nosso conceito de arquitectura convencional. O aspecto mais impressionante é o telhado, com uma aparência quase lunar ou de sonho.
O edifício pode ser considerado mais uma escultura do que um edifício convencional. Os críticos salientam a ausência de preocupação com a utilidade, mas outros consideram-no como arte. Os habitantes da cidade da altura consideravam-no feio, daí a alcunha de "pedreira", mas hoje em dia é um dos marcos da cidade.
Pode ser comparado com as pareceis íngremes com que as tribos africanas constroem as suas habitações, semelhantes a cavernas. A fachada ondulada, com largos poros, lembra uma praia ondulante de areia fina, formada, por exemplo, por uma duna. Os favos feitos por abelhas atarefadas também saltam à ideia do observador que olha para os altos e baixos, semelhantes a cobras, que percorrem o edifício inteiro. A Casa Milá foi o predecessor de alguns edifícios com uma aparência biomórfica semelhante:
-Torre Einstein em Potsdam, desenhada por Erich Mendelsohn ; -Museu Solomon R. Guggenheim em Nova Iorque, desenhado FrankLloydWright; -Chapelle Notre Dame du Haut, Ronchamp, França, desenhada por Le Corbusier; -Hundertwasserhaus e outras obras do arquitecto austríaco;
-Friedensreich Hundertwasser Disney Concert Hall em Los Angeles, por Frank Gehry. São efectuadas exibições gratuitas no primeiro andar frequentemente, que também permite a oportunidade de ver o desenho interior. O acesso aos apartamentos e ao telhado requer o pagamento de taxa.
Trabalho por:
- Luís Matos nº14 9c

Amadeo de Souza-Cardoso (Manhufe, freguesia de Mancelos, Amarante, 14 de Novembro de 1887 — Espinho, 25 de Outubro de 1918) foi um pintor português, precursor da arte moderna, prosseguindo o caminho traçado pelos artistas de vanguarda da sua época. Embora tendo tido uma vida curta, a sua obra tornou-se imortal.A sua família era rica e influenciou-o a ingressar no curso de Direito na Universidade de Coimbra. Depressa desistiu do curso e mudou-se para o curso de Arquitectura na Academia de Belas Artes de Lisboa em 1905. O curso não satisfaz o seu génio criativo, por isso parte para Paris em 1906 instalando-se em Montparnasse com a intenção de continuar a estudar. As suas primeiras experiências artísticas conhecidas foram desenhos e caricaturas, depois dedicou-se à pintura. Poder-se-á dizer que foi um pintor impressionista, expressionista, cubista, futurista mas sempre recusou qualquer rótulo. Apesar das multiplas influenciam procurava a originalidade e a criatividade na sua obra. Em 1908 instala-se no número catorze da Cité de Falguière. Frequentou ateliers preparatórios para Academia de Beaux-Arts e a Academia Viti do pintor catalão Anglada Camarasa mas, apesar disso, não chega a ser admitido. Em 1910 esteve alguns meses em Bruxelas e em 1911 expôs trabalhos no Salon des Indépendants, em Paris, aproximando-se progressivamente das vanguardas e de artistas como Amedeo Modigliani, Constantin Brancusi, Alexander Archipenko, Juan Gris e Robert Delaunay. Em 1912 publicou um álbum com vinte desenhos e, em seguida, copiou o conto de Gustave Flaubert, "La légend de Saint Julien l'Hospitalier", trabalhos ignorados pelos apreciadores de arte.
Esta obra foi pintada em 1913. . Cabeça é uma pintura pintada de óleo sobre tela e mede 61cm de altura e 50cm de largura. A pintura pertence ao Centro de Arte Moderna (Fundação Calouste Gulbenkian) de Lisboa,Escolhi esta pintura porque chamou-me a atenção sobre a forma que se encontra desfigurada, nota-se tipo uma colina mas se observarmos bem vê-se uma cabeça.

A Casa da Cascata

Considerada uma das mais famosas casas do mundo, a Casa da Cascata ou Casa Kaufmann é uma residência localizada perto de Pittsburgh, no Estado da Pensilvânia nos Estados Unidos. Foi construída em 1936 desenhada pelo arquitecto Frank Lloyd Wright, considerado o introdutor da arquitectura moderna no seu país. Originalmente utilizada como residência de veraneio da família, a casa hoje é um museu.
O proprietário era o homem de negócios Sr. Edgar Kaufmann, foi construída no meio de um bosque, no interior de uma propriedade da família. A sua principal característica, no entanto, é o facto de ter sido construída sobre uma pequena queda d'água, utilizando-se dos elementos naturais ali presentes (como as pedras, vegetação e a própria água) como constituintes da composição arquitectónica.
Assim como várias outras obras de Wright, foi construída com materiais experimentais da época.

Bibliografia:
Imagem: http://nautilus.fis.uc.pt/cec/designintro/images/fallingwater-1.jpg
Texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_da_Cascata

Casa Da Cascata



A Casa da Cascata ou Casa Kaufmann (nome da família de seu primeiro proprietário) é uma residência localizada perto de Pittsburgh, no Estado da Pensilvânia nos Estados Unidos. Foi construída em 1936 e projectada pelo arquitecto Frank Lloyd Wright, considerado o introdutor da arquitectura moderna no seu país e também o génio na arquitectura da primeira metade dom século xx. O proprietário era um homem de negócios Edgar Kaufmann Senhor, cujo seu filho fora aluno de arquitectura de Wright. Considerada uma das mais famosas casas do mundo, este esplêndido edifício arquitectónico, originalmente utilizado como residência de veraneio da família, é hoje um museu. Foi construída no meio de um bosque, no interior de uma propriedade da família. Sua principal característica, no entanto, é o facto de ter sido construída sobre uma pequena queda d'água, utilizando-se assim dos elementos naturais ali presentes (assim como as pedras, vegetação e a própria água) como constituintes da composição arquitectónica. Assim como várias outras obras de Wright foi construída com materiais experimentais da época. Assim este edifício arquitectónico tem vários materiais jogados na sua construção e decoração e um dos materiais mais utilizados nesta construção foi o vidro, que facilmente podemos observar na fotografia representada acima, uma vez que a casa está repleta dele (tem mesmo paredes constituídas apenas por janelas), permitindo assim um melhor aproveitamento da luz natural e um menor gasto de energia. Esta entusiasmante casa é um edifício arquitectónico adoptado harmoniosamente ao espaço e ambiente que o rodeia, tendo assim um estilo organicista, uma vez que pertence á época da arte nova. Desde 1964 que milhões de peregrinos, vindos de todo o mundo, visitaram a Casa da Cascata, que hoje é um museu. A Casa da Cascata é assim um edifício esplêndido e arrebatador e é um dos vários exemplos da Arquitectura Moderna com o estilo “organicista”.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Salvador Dali, O Cristo de S.João da Cruz






Pintor Espanhol, Salvador Dalí nasceu em Figueras, na Catalunha, a 11 de Maio de 1904 e aí morreu a 20 de Janeiro de 1989. Filho de um notário daquela cidade, frequentou a Academia de Belas-Artes de Madrid de 1921 a 1926. Durante a sua estadia na residência de estudantes, que Dalí conheceu e se tornou amigo do poeta Federico García Lorca e do cineasta Luis Buñuel, mais tarde viria, a desenvolver alguns projectos. Depois de estudar em Madrid, fui para Paris onde se instalou e se tornou membro oficial do grupo surrealista. Onde mais tarde foi excluído do grupo de extrema-direita por Breton. A partir deste momento o pintor espanhol começou a dedicar-se muito mais a pintura surrealista.
Eu escolhi este trabalho devido a realidade que o pintor utilizou para fazer esta obra
O Cristo de S. João da cruz retrata o surrealismo das pinturas feitas naquela época, transmite sentimentos, isto por causa tentar de o surrealismo ter tentado ultrapassar o realismo, isto porque foram utilizadas novas técnicas para este tipo de pintura. Esta pintura procurava ser o mais realista possível para procurar sentimentos de que as via (obras).
O Cristo de S. João da cruz foi uma obra deste género aqui referido (surrealismo). Esta obra foi feita de óleos, logo os materiais usados foram uma tela e óleos. Esta obra tem como data 1951,foi realizada neste ano.



bibliografia:

Diciopédia X



Rui Peixoto 9ºb Nº 20

A Composição Clara de Wassily Kandinsky


Wassily Kandinsky nasceu em Moscovo em 1866 e veio depois a morrer em 1944 em Paris. Wassily Kandinsky pintor e escritor, mas porém este terá se formado em Direito e Economia. O seu interesse pela pintura veio “a nascer” com o impacto que lhe causou a exposição dos Impressionistas franceses, apresentada naquela altura na Rússia. Mais tarde em 1896 este viajou para Paris, decidido a dar início aos seus estudos artísticos, com já trinta e um anos de idade. Daí seguiu para Munique onde estudou pintura por mais ou menos dois anos. Nesta época Wassily Kandinsky teve várias influências de trabalhos de pintores como Gauguin, de Nabis e de Seurat.
A obra que eu escolhi de Wassily Kandinsky chama-se a COMPOSIÇÃO CLARA e foi pintada em 1942. Esta obra tardia é uma composição bastante diferente, de outras que Kandinsky terá efectuado uns anos atrás.
Escolhi esta obra porque toda ela está repleta de motivos geométricos, que ecoam na tradição Russa bizantina. O que eu admiro mais nesta obra não são apenas os seus motivos geométricos bem como as suas cores bastante alegres e luminosas. Mas nesta obra, ainda teimam em persistir alguns, mas poucos elementos subjectivos e expressivos - manchas orgânicas e pequenas composições, que dão leveza e vibração à pintura.

Trabalho elaborado por:

Jessica nº 15 9ºB

Bibliografia:
http://www.mac.usp.br/projetos/seculoxx/modulo1/abstracionismo/kandinsky/index.html
http://consciencia1.fortunecity.com/obraprima.html

A Casa Milá de Antoní Gaudi



A casa Milá é um edifício desenhado por Antoni Gaudi, arquitecto catalão, e construída entre os anos de 1905 e 1907. A Casa Milá situa-se no bairro Eixemple em Barcelona. O edifício não possui quaisquer linhas rectas e algumas pessoas até o associam a dunas de areia. A Casa Milá possui um telhado com uma aparência quase lunar ou de sonho, uma fachada ondulada e com largos poros e dá a ilusão de ter cobras em volta de todo o edifício. É um edifício habitado e até a mobília foi construída á sua medida. Os habitantes da cidade de Barcelona na altura acharam-no feio e por isso lhe puseram a alcunha de Pedreira, mas hoje em dia é considerado um património da cidade. Os críticos salientam a ausência da preocupação com a utilidade. Na minha opinião esta obra é uma das mais belas de Gaudi.

Trabalho elaborado por:
Sílvia Rodrigues 9ºB Nº 25


Bibliografia:
Texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_Mil%C3%A0
Imagem: http://images.google.pt/images?hl=pt-PT&q=a+casa+mila&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=wi

A Noite Estrelada de Vincent Van Gogh


A Noite Estrelada é uma das mais conhecidas pinturas do artista holandês pós-impressionista Vincent Van Gogh. Foi criada quando tinha 37 anos. Como o artista apresentava problemas de saúde mental esteve internado num asilo em Saint Rémy de Provence e foi nessa altura que pintou a obra acima referida (Junho de 1889). Esta obra pertence actualmente à colecção do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA, sítio que vale bem uma visita).
Uma das ideias que me cativou foi o facto de, ao contrário de muitas outras de suas obras, A Noite Estrelada ter sido pintada de memória e não a partir da vista correspondente de uma paisagem, como era seu hábito. Este facto é mesmo referido como o motivo principal pelo qual esta obra ter causado tanto impacto nos espectadores.
Foi durante o internamento no asilo que Van Gogh (sítio oficial da Galeria de Vicent Van Gogh) pintou as paisagens da região de Provence. Nesse período rompe com a sua fase impressionista, e desenvolve um estilo muito particular onde predominam cores primárias muito fortes e destacadas, como o amarelo, para as quais Van Gogh atribui significados próprios. Esta utilização das cores e a forma de pintar foram os aspectos que mais me atraíam para a realização deste trabalho.


Trabalho elaborado por: Sara Matinho
9ºB Nº24

Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Noite_Estrelada
Pesquisado no dia 7/02/2008

Casa da Cascata


Frank Lloyd Wright
Frank Lloyd Wright nasceu em Richland Center, 8 de Junho de 1867 e faleceu em Phoenix, a 9 de Abril de 1959, o arquitecto é de origem Norte Americana. É considerado um dos mais importantes do século XX. Como é referido no sítio Http://pt.wikipedia.org/wiki/Frank_Lloyd_Wright “Foi a figura chave da arquitectura orgânica, um desdobramento da arquitectura moderna que se contrapunha ao International style europeu”.
Http://pt.wikipedia.org/wiki/Frank_Lloyd_Wright
Uma das ideias interessantes neste autor era precisamente a defesa que o projecto deveria ser individual e de acordo com sua localização e finalidade, isto é, a quem se destinava e onde era o aspecto mais importante da sua obra.
Antes de se tornar um dos maiores arquitectos de todos os tempos, ele estudou engenharia e a poucas semanas para a sua graduação, abandonou o curso e foi trabalhar para Chicago como desenhista no escritório de Silsbee, um arquitecto de renome. Os seus principais trabalhos foram: a Casa da Cascata (também conhecida por Casa Kaufmann, considerada a residência moderna mais famosa do mundo) e a sede do Museu Solomon R. Guggenheim em Nova Iorque. Escolhi esta obra porque é impressionante a forma como o autor conseguiu inserir a casa na natureza, sem altera-la.
Elizangela Inácio
9ºb nº 12
Bibliografia: http://www.vivercidades.org.br/publique222/media/mauTempo_CasaCascata.jpg

Http://pt.wikipedia.org/wiki/Frank_Lloyd_Wright

"A Persistência da Memória"



Em 1934, Salvador Dali, pintor catalão radicado em Paris e uma das figuras líderes do grupo surrealista, expõe numa galeria de Nova Iorque, o quadro "A persistência da memória", o que se tornaria num dos momentos fundamentais da sua carreira artística, responsável pelo incremento da sua notoriedade pública. De facto, os relógios moles - designação muitas vezes atribuída a este quadro - transformaram-se de imediato num dos ícones mais fortes e característicos da sua obra. Na tela encontram-se representados três relógios que marcam diferentes horas tendo como fundo a paisagem de Porto Lligat, localizado no norte de Espanha, (memória de infância de Dali). Esta pintura, persegue um enorme virtuosismo e meticulosidade no desenho das formas e na representação dos pormenores, com objectivo de obter atmosferas dotadas de grande realismo, daí o frequente alinhamento desta fase criativa com o grupo dos surrealistas ilusionistas ou veristas. Contém uma grande quantidade de referências de carácter historicista, particularmente as referentes à pintura maneirista ou à enigmática e fantástica obra do flamengo Jerónimo Bosch. O quadro Persistência da Memória foi pintado a óleo. Encontra-se exposto no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque.
Escolhi esta pintura porque o autor a criou em memória a sua infância, e transmite um certo surrealismo. Gosto do fundo, gosto do modo como representa o tempo, os relógios moles estão muito originais. Gosto de toda a pintura em si.







Bibliografia:

texto retirado de: Diciopédia 2008 [DVD-ROM]. Porto: Porto Editora, 2007.
imagem retirada de: http://www.palanque_virtual.blogger.com.br/memoria.jpg




Andreia Martins 9ºB nº3

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Formas únicas de continuidade de espaço


Umberto Boccini ( Reggio de colebria ,1881-Verona,1916), o Umberto Boccini foi um pintor e um escultor Italiano, do movimento Futurista.
O Boccini foi colocado na linha frontal da História e arte nas primeiras metades do séc.XX.
A sua escultura chama-se (Formas Únicas de Comunidade de espaço(1913). Esta escultura é esculpida em Bronze. As medidas da escultura é de 11,2x88,5x40cm.
O Boccini tentou nos mostrar o movimento, a velocidade e a força, para atribuir valores lumínicos da supreficie, dos límites de um corpo de ser-humano.
O corpo em movimento, é um retrato a três dimensões . o tempo da sua luta, contra á força invisível.
O movimento do corpo desloca-se, deixando para trás, os pedaços de si.
bibliografia:
pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_boccioni
pt.wikipedia.org/wiki/formas_%c3/9Anitcas_de_continuidade_no_espaço%c3%A70
Bruno Ribeiro nº8 9ºD

Persistência da Memória


Eu optei por escolher o quadro Persistência da memória, porque os relógios deformados e o fundo da pintura, me despertaram um interesse e uma curiosidade muito intensa, e senti me tentada a descobrir mais sobre o quadro e sobre o seu pintor.

Persistência da memória foi um dos mais célebres quadros elaborado por Salvador Dalí.
Salvador Dalí foi um artista muito famoso, do século XX, nasceu em 1904 em Espanha onde acabou por falecer em 1989. Salvador Dalí procurou adquirir vários movimentos técnicos, como por exemplo, o Dadaísmo e o Cubismo, no entanto o que mais o marcou foi o surrealismo.
Este pintor, como podemos verificar pelas suas pinturas, era um homem que adorava viver no mundo dos sonhos e no subconsciente, daí possuir uma grande imaginação e criatividade. No entanto Dalí não se destacava das outras pessoas por simplesmente gostar do subconsciente, ele era uma pessoa muito extravagante não só no seu trabalho como também no seu quotidiano. Na minha opinião, Salvador Dalí foi uma pessoa que marcou muito a sua época.
Relativamente ao quadro, eu penso que é o resultado de muita criatividade e de Salvador Dalí ser um grande surrealista.
Ao ver este quadro sinto que os relógios moles e não quebradiços me dão a ideia da memória e me transmite um sentimento de que o tempo se está a esgotar.
Eu gostei muito de pesquisar e trabalhar sobre esta pintura, que é um dos melhores exemplos de surrealismo, porque foi cativante descobrir o porquê dos relógios deformados e porque desta forma, também consegui obter informações interessantíssimas sobre um grande pintor e homem do século XX.

Bibliografia:
Texto:
·
http://br.geocities.com/dannyzangrossi/artesplasticas/index_3.html
·
http://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_Dal%C3%AD
Imagem:
·
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/27/Salvador_Dali_NYWTS.jpg/600px-Salvador_Dali_NYWTS.jpg
·
http://www.palanque_virtual.blogger.com.br/memoria.jpg


Márcia 9ºD Nº 18

Paula Rego - "A Dança"

Paula Rego nasceu em Lisboa a 26 de Janeiro de 1935. Estudou na Slade School of Art em Londres de 1952 a 1956, e aí fixou residência desde 1976. É em Londres onde passa a maior parte do seu tempo, desde 1963, mantendo sempre uma ligação forte com Portugal. Em 1990 Paula Rego foi nomeada a primeira Artista Associada da National Gallery, de Londres.
A sua obra, influenciada pelo surrealismo, expressionismo e dadaísmo, desenvolve-se em telas de grandes dimensões, nas quais narra histórias que reportam à infância, com figuras grotescas, frequentemente extraídas de contos de fadas, mas tratadas de forma irónica e por vezes cruel. A sua vida em Londres liga-a à pop art e às técnicas de colagem, sempre trabalhadas em paralelo com as influências já citadas e sem nunca deixar de lado o quotidiano da península. A situação vivida não só em Portugal, mas também na Espanha, tem grande peso nas suas obras do final dos anos 60. A recordação da infância mantém-se como fio condutor ao longo da obra desta pintora e, na década de 1980, sobressai em uma série de telas em que a personagem central é uma menina (possivelmente um auto-retrato) acompanhada de figuras várias, como um cão, um bode ou bonecas de trapos, e colocada em espaços diversos onde não há distinção entre o bem e o mal.
A sua obra é reconhecida em todo o mundo. Das suas obras a que eu mais gosto é “A Dança”, de 1988, em que o espectro da separação e a autonomia da mulher em relação ao elemento masculino estão presentes e também pelo puro sentimento da dança traduzido numa imagem belíssima.

Mariana Costa, nº20, 9º D


Bibliografia:



"O Grito" De Edvard Munch


Edvard Munch nasceu na Noruega a 12 de Dezembro de 1863, e morreu a 23 de Janeiro de 1944, em Ekely. Foi considerado o
homem moderno, o pintor da angústia, da solidão que este sente nas cidades, do amor fracassado e da morte. Munch perdeu a mãe muito cedo, com cinco anos, vítima de tuberculose e, quatro anos mais tarde, morre a sua irmã com a mesma doença. A partir daqui, o pintor inicia uma relação com a morte que o vai obcecar para o resto da vida.
O mais célebre quadro de Munch é o “O Grito”. Este é um quadro muito intenso, que reflecte a angústia deste pintor e a sua visão de existência humana. Este descreveu a experiência que o levou a pintar esta obra em 1893, “Caminhava eu com dois amigos pela estrada, então o sol pôs-se; de repente, o céu tornou-se vermelho como o sangue. Parei, apoiei-me no muro, inexplicavelmente cansado. Línguas de fogo e sangue estendiam-se sobre um tom preto-azulado". Munch concentrou nesta obra toda a angústia humana perante o mistério insondável da morte. No quadro de Munch esta impotência do ser humano face à sua condição de ser mortal sente-se através das cores incandescentes, vivas, tumultuosas que provocam uma espécie de tontura emocional. Por isso muitos temem Edvard, o pintor do medo. Como se pode ver as cores e as formas aumentam a força de expressão. O Sol desaparece e o eco do grito sacode o céu e a terra. Munch utiliza um pincel nervoso e colorido que passa rapidamente de tons mórbidos a cores incandescentes.A parte mais expressiva do quadro é a boca da personagem. Esta técnica sugere ao espectador a inquietação e a angústia que assolava o criador durante a concepção desta obra. Este quadro foi sem duvida um dos maiores símbolos do movimento expressionista.
Eu escolhi esta obra devido as cores que este utiliza e, as formas do rosto. E também a forma como o pintor transmite os seus pensamentos para a tela.

Cláudia Sofia Novais
9ºD nº 11

Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Grito_(Edvard_Munch)
http://www.infopedia.pt/$edvard-munch

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

A Casa Cascata de Frank Lloyd Wright

Arquitecto norte-americano, nascido em 1867 e falecido em 1959. É indiscutívelmente a personalidade mais influente na arquitectura dos EUA, seja na construção residencial, seja na monumental. Tornou-se famoso por ter sido o criador da "arquitectura orgânica", conceito que teorizou, por diversas vezes, e que preside a construções onde se pretende criar uma harmonia entre os seus habitantes e o ambiente que as rodeia. De entre as suas inúmeras obras destacam-se a Unity Church de Oak Park, Museu Guggenheim de Nova Iorque e Casa da Cascata ou Fallingwater na Pensilvânia.
Em 1934 o milionário de Pittsburgh Edgar J. Kaufmann decide construir uma nova casa de campo, localizada junto a uma cascata numa ravina na Pensilvânia, conhecida por Bear Run. Para a escolha do arquitecto foi determinante a influência do seu filho, que fora estudante de Frank Lloyd Wright. Projecto realizado aparentemente num único dia, procurou implantar a casa sobre a cascata, encontrando apoio nos rochedos sobre os quais o proprietário costumava apanhar sol. A casa, construída em betão, é formada por terraços em consola de grande desenvolvimento horizontal e por uma torre em pedra que inclui a lareira e forma o centro compositivo da casa. Os vários terraços formam um conjunto de volumes suspensos no espaço, contrariando a densidade da vegetação envolvente. Ligam-se à escarpa através de tirantes que fixam nas rochas.
Quase todas as paredes são em vidro, à excepção dos núcleos portantes, revestidos por pedra rude e pequena que contrasta com o acabamento liso e suavemente arredondado dos balcões cor de pêssego.

Bibliografia:
Texto:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Frank_Lloyd_Wright
http://www.arkitectura.net/folha8/principal4.htm
http://en.wikipedia.org/wiki/Frank_Lloyd_Wright
http://www.soniaa.arq.prof.ufsc.br/~soniaa/arq1101/2004/Katia/FALLINGWATER%2FRANK%20LLOYD%20WRIGHT.pdf
Imagem:
http://www.vivercidades.org.br/publique222/media/mauTempo_CasaCascata.jpg

Trabalho elaborado por: Tiago nº24 9ºD


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Eu e a Adeia


Eu e a Aldeia
Eu escolhi esta imagem porque achei muito interessante vou entao falar sobre ela.
Eu e a Aldeia é uma pintura do pintor russo Marc Chagall. O quadro surrealista foi pintado em 1911, embora neste ano ainda não existisse oficialmente o Surrealismo. O nome foi atribuído à obra por Guillaume Apollinaire, um dos melhores amigos do seu autor.
Hoje em dia, esta obra, considerada a mais famosa de Marc Chagall e uma das mais famosas de todo o Mundo e de toda a história da arte, encontra-se exposta no MOMA, na cidade de Nova Iorque.
Pintado a óleo, o quadro constitui-se por uma suave e harmoniosa composição, onde as memórias e pequenas lembranças aparecem por ordem com se sequência tivessem: em primeiro plano aparece uma grande face masculina verde, que ocupa quase toda a margem esquerda da obra, observando íntima e carinhosamente uma cabra ou uma vaca que se encontra a ser ordenhada. No segundo plano o espectador pode observar um colorido conjunto de casas, próximas a uma Igreja ortodoxa e uma violinista a balançar-se, como se fosse uma memória a desaparecer no tempo, e um lavrador com uma camisola preta e umas calças camel, que se passeia com uma enxada pelos campos da Rússia que Chagall tanto conheceu.
Assim, o autor criou um elo entre as memórias do seu local de nascença e a pintura, sendo este quadro uma das primeiras obras surrealistas.
bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Eu_e_a_Aldeia- texto
trabalho elaborado por: andreia 9C

Casa da Cascata - Frank Lloyd Wright

Frank Lloyd Wright nasceu a 8 de Junho de 1867, sendo considerado um dos arquitectos mais importantes do século XX e faleceu a 9 de Abril de 1959.
A Casa da Cascata ou Casa de Kaufmann, é considerada uma das casas mais famosas do mundo. Esta casa fica localizada perto de Pittsburgh, no estado da Pensilvânia, Estados Unidos. Foi construída em 1936 e projectada pelo arquitecto referido com a finalidade de ser uma casa de fim-de-semana.
Assim, originalmente a casa foi utilizada como residência de veraneio da família.
A casa foi edificada no meio do bosque, numa propriedade da família. A principal característica da Casa da Cascata é o facto de ter sido construída sobre uma pequena queda de água, utilizando os factores naturais lá existentes (pedra, vegetação, água), como constituintes da constituição arquitectural.
Esta casa, como outras obras de Frank Lloyd Wright, foi edificada com materiais da época.
O proprietário da casa era um homem de negócios, o Sr. Edgar Kaufmann, cujo filho fora aluno de arquitectura. Trata-se de um dos melhores exemplos da arquitectura moderna na sua vertente da arquitectura orgânica.
Actualmente a casa é um museu.

Sónia Pereira 9.ºD n.º23

Bibliografia

Imagem:
http://www.sarnoarchitetti.it/ARCHITETTURA-ORGANICA/ORGANICA/%20ARCHITECTURE/casa%20sulla%20cascata.jpg
Texto:
https://www.wpcshop.com/Shopping/shopexd.asp?id=802http://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_da_Cascata
http://www.soniaa.arq.prof.ufsc.br/~soniaa/arq1101/2004/Katia/FALLINGWATER%20FRANK%20LLOYD%20WRIGHT.pdfhttp://blog.uncovering.org/archives/2005/05/como_frank_lloy_1.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Frank_Lloyd_Wright

Edvard Munch o Grito


O Grito é uma pintura começada em 1893 do norueguês Edvard Munch que nasceu a 12 de Dezembro de 1863, em Loten, e morreu a 23 de Janeiro de 1944, em Ekely.
A obra representa num momento de profunda angústia e desespero existencial. O pano de fundo é a doca de Oslofjord ao pôr-do-sol. O Grito é considerado como uma das obras mais importantes do movimento expressionista e adquiriu um estatuto de ícone cultural, a par da Mona Lisa de Leonardo da Vinci. No Expressionismo o artista utiliza a tela como um meio de comunicação para manifestar suas emoções. As cores utilizadas são fortes, chegando a ser irreais. As pinceladas eram rápidas, demonstrando enorme vitalidade. eloborado por: alexandre Nº1 9ºA

Almada Negreiros-Maternidade


MATERNIDADE
1935
Óleo sobre tela 100x100 cm
Fundação Calouste Gulbenkian
Almada Negreiro realizou este trabalho, Maternidade que evoca o nascimento do filho a quem deu o nome de José, mostra a capacidade de comunicar forte e emocionalmente, sem se tornar complicado, nem na cor, utilizando apenas as três
cores primárias, nem no tema, que ganha simplicidade na forma como "despe o mundo" onde apenas mãe e filho se reconfortam mutuamente.
Após completar o vitral da Igreja de Nossa Senhora de Fátima em 1938, Almada encontra pela primeira vez o Arquitecto Pardal Monteiro. A partir deste conhecimento, Almada repensa toda a sua obra decorativa, mais imponente e ligada a grandes edifícios públicos que revelam a tendência arquitectónica do Estado Novo.
Desde o mural para o novo edifício do Diário de Noticias em Lisboa, até à participação na exposição do mundo português, descartando-se nesta fase como obras simbólicas os frescos que pintou para a gare marítima de Alcântara e para a gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos.
Trabalho Elaborado por: Sara Teixeira nº17 9ºA
Bibliografia:
http://www.mcb.pt/almada/ALMAD_percurso.htm


Dalí A Persistência da Memória

Salvador Domenec Felip Jacint Dalí Domenech nasceu Figueres, 11 de Maio de 1904 faleceu Figueres, 23 de Janeiro de 1989) foi um importante pintor catalão, conhecido pelo seu trabalho surrealista. O trabalho de Dalí chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, como nos sonhos, com excelente qualidade plástica. Dalí foi influenciado pelos Mestres da Renascença, e foi um artista com grande talento e imaginação. Tinha uma reconhecida paixão por atitudes e por fazer coisas extravagantes destinadas a chamar a atenção, o que por vezes aborrecia aqueles que apreciavam a sua arte, ao mesmo tempo que incomodava os seus críticos, uma vez que a sua forma de estar teatral e excêntrica tendia a eclipsar o seu trabalho no que à notoriedade diz respeito.

A Persistência da Memória - 1931

Este quadro tão pequeno (24x33cm) é provavelmente a mais conhecida de todas as obras de Dali. A flacidez dos relógios dependurados e escorregando mostram uma preocupação humana, com o tempo e a memória. O próprio Dali está presente, na forma da cabeça adormecida que já apareceu em outros quadros. Segundo ele, a ideia do quadro ocorreu e como a paisagem já estava pronta, levou apenas 2 horas para realizá-lo. Quando Gala, voltou do cinema e viu o quadro, previu que quem visse este quadro jamais o esqueceria.
SURREALISMOSurrealismo, movimento artístico e literário fundado pelo poeta e crítico francês André Breton. Em 1924, Breton publicou o Manifesto surrealista em Paris, tornando-se líder do grupo que tomou este nome. O surrealismo surgiu do movimento Dada que reflectir, tanto na arte quanto na literatura, o protesto niilista contra a cultura ocidental. Herdeiro do dadaísmo, o surrealismo enfatizava o papel do inconsciente na atividade criadora.


Imagem retirada de:http://paginas.terra.com.br/arte/serros/SALVADOR%20DALI.htm
Texto retirado de:http://pt.barcelona-home.com/int/culture.asp?theme=dali

Paula Rego - A Mulher Cão


Oriunda de uma família da alta burguesia, frequenta o colégio St Julian’s, no Estoril. O término dos estudos em Londres determinaria um outro futuro; aceite pela Slade School of Art (1952-1956), Paula Rego conhece o pintor Victor Willing, com quem vem a casar, e aprende a fazer “arte de adulto”, como chama à pintura de cavalete. Gestualista e espontânea, habituada a desenhar no chão, em contacto directo com os objectos da pintura, esta nova forma de criar afasta-a do seu universo infantil.

A viver na Ericeira (1957-1962), é numa ida a Londres, dois anos depois, que Paula Rego encontra Dubuffet e, com ele, a libertação. Em 1979 instala-se definitivamente em Londres com a família As histórias desfilam em sequências ordenadas, em que os referentes são mais ou menos óbvios e em que predominam uma sexualidade e uma agressividade perturbantes. A viragem radical dá-se com a série da menina e do cão. A figura feminina assume claramente a liderança na acção, enquanto o cão é subjugado e acarinhado. A menina faz de mãe, de amiga, de enfermeira e de amante, num jogo de sedução e de dominação que continua em obras posteriores. Tecnicamente as figuras ganham volume, o espaço ganha solidez e autonomia, a perspectiva cenográfica está montada. Em 1987, Paula Rego assina com a galeria Marlborough Fine Art, o passo que faltava para a divulgação internacional.

A 1988 é assinalado em obras como O Cadete e a Irmã, A Partida, A Família ou A Dança, de, em que o espectro da separação e a autonomia da mulher em relação ao elemento masculino estão presentes. Em 1994, realiza a série de pinturas a pastel intitulada Mulher-Cão, que marca o início de um novo ciclo de mulheres fortemente simbólicas, representadas sozinhas, mas aparentemente escravizadas a algum parceiro ausente ou imaginário. A pintora assimilou uma estranha história de que ouviu falar, a história de uma mulher que vivia sozinha com os seus animais numa casa enorme, perdida algures no meio das dunas. Quando o vento soprava, a mulher ouvia a voz de uma criança na chaminé, que lhe dizia para matar todos os animais. Enlouquecida pelo vento, a mulher põe-se de cócoras, abre a boca e engole todos os animais. A recordação desta história acudiu-lhe durante uma sessão de desenho e daí nasceu uma figura que resultou como uma mulher-cão, em parte proveniente da história que ouvira, mas sobretudo como o início de um novo ciclo de mulheres solitárias e de aparência feroz, cuja natureza visceral e sexual salta à vista. Esta espécie de regressão, do humano ao animal, tem paralelo na série do Aborto (1997-1999), crítica aberta ao referendo que em Portugal justificou a continuação da criminalização do aborto. Nesta série, a mulher é colocada numa situação de vulnerabilidade, sustentada por posturas menos dignas ou incómodas pelo significado que encerram.
Bibliografia: Imagem -
http://images.google.pt/imgres?imgurl=https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi8QzPSQI9BwL8JszTj3z9bG1h9LST6smsQI2muApcx-zu9ckSOtE4Hd9FEKM_5qg8Q4ldpuiJmq9p7BfbBbKAzWNfAtssnkwQlURrtM9mMz1-WAaj7AZeMdtoZeZCUPTn9OW8qsc-J86Yc/s320/quadro+paula%252Rego. Texto: http://www.revista.agulha.nom.br/ag32rego.htm .

Casa da cascata




Casa da Cascata

Considerada uma das mais famosas casas do mundo, a Casa da Cascata (em inglês: Fallingwater house) ou Casa Kaufmann (nome da família de seu primeiro proprietário) é uma residência localizada perto de Pittsburgh, no Estado da Pensilvânia nos Estados Unidos. Foi construída em 1936 e projectada pelo arquitecto Frank Lloyd Wright, considerado o introdutor da arquitectura moderna em seu país. Originalmente utilizada como residência de veraneio da família, a casa hoje é um museu.



O proprietário era o homem de negócios Edgar Kaufmann Sr., cujo filho Edgar Jr. Fora aluno de arquitectura de Wright. Foi construída em meio a um bosque, no interior de uma propriedade da família. Sua principal característica, no entanto, é o fato de ter sido erigida sobre uma pequena queda de água, utilizando-se dos elementos naturais ali presentes (como as pedras, vegetação e a própria água) como constituintes da composição arquitectónica. Assim como várias outras obras de Wright, foi construída com materiais experimentais para a época.



Arquitectura moderna

Arquitectura moderna é uma designação genérica para o conjunto de movimentos e escolas arquitectónicos que vieram a caracterizar a arquitectura produzida durante grande parte do século XX (especialmente os períodos entre as décadas de 10 e 50), inserida no contexto artístico e cultural do Modernismo. O termo modernismo é, no entanto, uma referência genérica que não traduz diferenças importantes entre arquitectos de uma mesma época.



Não há uma idearia moderno único. Suas características podem ser encontradas em origens diversas como a Bauhaus, na Alemanha; em Le Corbusier, na França em Frank Lloyd Wright nos EUA ou nos construtivistas russos alguns ligados à escola Vuthemas, entre muitos outros. Estas fontes tão diversas encontraram nos CIAM (Congresso Internacional de Arquitetura Moderna) um instrumento de convergência, produzindo uma idearia de aparência homogénea resultando no estabelecimento de alguns pontos comuns. Alguns historiadores da arquitectura (como Leonardo Benevolo e Nikolaus Pevsner), por sua vez, traçam a génese histórica do moderno em uma série de movimentos ocorridos em meados do século XIX, como o movimento Arts & Crafts.



O Internacional Style, conceito inventado pelo crítico Henry Russel Hitchcock e utilizado pela primeira em 1932, traduz esta posição de convergência criada pelos CIAM. Com a criação da noção de que os preceitos da arquitectura moderna seguiam uma linha única e coesa, tornou-se mais fácil a sua divulgação e reprodução pelo mundo. Dois países onde alguns arquitectos a dotaram os preceitos homogéneos do Internacional Style foram Brasil e Estados Unidos. O Internacional Style traduz um conjunto de vertentes essencialmente europeias (principalmente as arquitecturas de Gropius, Mies e Le Corbusier), ainda que figuras do mundo todo tenham participado dos CIAM. Uma outra vertente, de origem norte-americana, é relacionada à Frank Lloyd Wright e referida como arquitectura orgânica.



Um dos princípios básicos do modernismo foi o de renovar a arquitectura e rejeitar toda a arquitectura anterior ao movimento; principalmente a arquitectura do século XIX expressada no Ecletismo. O rompimento com a história fez parte do discurso de alguns arquitectos modernos, como Le Corbusier e Adolf Loos. Este aspecto - na sua forma simplificada - foi criticado pelo pós-modernismo, que utiliza a revalorização histórica como um de seus motes.

Casa da Cascata


Considerada uma das mais famosas casas do mundo, a Casa da Cascata (em inglês: Fallingwater house) ou Casa Kaufmann (nome da família de seu primeiro proprietário) é uma residência localizada perto de Pittsburgh, no Estado da Pensilvânia nos Estados Unidos. Foi construída em 1936 e projectada pelo arquitecto Frank Lloyd Wright, considerado o introdutor da arquitectura moderna em seu país. Originalmente utilizada como residência de veraneio da família, a casa hoje é um museu.
O proprietário era o homem de negócios Edgar Kaufmann Sr., cujo filho Edgar fora aluno de arquitectura de Wright. Foi construída no meio de um bosque, no interior de uma propriedade da família. Sua principal característica, no entanto, é o facto de ter sido erigida sobre uma pequena queda de água, utilizando-se dos elementos naturais ali presentes (como as pedras, vegetação e a própria água) como constituintes da composição arquitectónica. Assim como várias outras obras de Wright, foi construída com materiais experimentais para a época.
Joana 9C Nº 11

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008


Les demoiselles d'Avignon
Este foi um dos mais famosos quadros do pintor espanhol Pablo Picasso. Pintada em 1907, a óleo sobre tela, este quadro encontra-se exposta no Moma, em Nova Iorque, e esteve, em 2005, exposta no Museu Sakip Sabanci, na cidade de Istambul, na Turquia.
Na época em que pintou este quadro, Picasso tinha completa noção que este era o quadro mais importante que havia pintado até então. Para a obra definitiva Picasso passou meses a fazer esboços e, durante o trabalho, fez inúmeras modificações. Quando concluiu a obra, havia concebido a maior tela que alguma vez pintou.
Esta obra representa, para além de uma obra-prima do cubismo mundial, a violação de todas as tradições e convenções visuais naturalistas ocidentais, ao apresentar cinco aleivosas (prostitutas), representadas de forma cubista, como se nota na mulher nua sentada à direita, vista simultaneamente de frente e de costas. Os rostos das personagens reflectem o início do Período Negro, na obra de Pablo Picasso, assemelhando-se a máscaras e esculturas africanas.
A estética geométrica e visual delimitou contornos quanto ao futuro do cubismo.
Resolvi escolher este quadro porque para mim este é um dos quadros mais importantes deste pintor. Este é um dos pintores mais famosos do mundo porque tem muitas obras e todas elas são bonitas.
Bibliografia:
Http://pt.wikipedia.org/wiki/Les_Demoiselles_d%27Avignon
http://images.google.pt/images?hl=pt-PT&q=picasso&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=wi

Trabalho elaborado por
Tiago Castro nº26 9ºB

Salvador Dali

Salvador Dalí (Figueres, 11 de Maio de 1904— Figueres, 23 de Janeiro de 1989) foi um importante pintor catalão, conhecido pelo seu trabalho surrealista. O trabalho de Dalí chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, como nos sonhos, com excelente qualidade plástica. Dalí foi influenciado pelos Mestres da Renascença, e foi um artista com grande talento e imaginação. Tinha uma reconhecida paixão por atitudes e por fazer coisas extravagantes destinadas a chamar a atenção, o que por vezes aborrecia aqueles que apreciavam a sua arte, ao mesmo tempo que incomodava os seus críticos, uma vez que a sua forma de estar teatral e excêntrica tendia a eclipsar o seu trabalho no que à notoriedade diz respeito.

É através de imagens perturbadoras como esta que Salvador Dalí parte à descoberta das obscuras regiões do subconsciente humano. «Talvez tenha sido com Dalí», escreveu André Breton, «que, pela primeira vez, as janelas do subconsciente foram abertas de par em par.»Pintado em 1936 e pertencente à colecção do Museu de Basileia, «A Besta Cósmica Masculina do Apocalipse», como lhe chamou o autor, desperta de imediato a atenção pelas suas reduzidas dimensões (35 x 27 cm) . Os insectos-picadores humanos de Dalí parecem confinados a um espaço extremamente reduzido. Mas no mundo dos maus sonhos, o espaço torna-se ilusório.Os seres humanos alteram-se, os corpos tornam-se negros e esqueléticos. As mãos tacteiam desesperadamente no espaço como se dedilhassem uma harpa invisível.À semelhança do zoólogo que estuda um espécime doente, o pintor examina minuciosamente cada pormenor do corpo macilento da mulher. O vestido, justo, não encobre nada. O corpo adquire o cinzento mortiço do céu nocturno. E um crepúsculo terrível enche o quadro.A espantosa imaginação do artista evoca um mundo no qual nada faz sentido. As gavetas entreabertas que sobressaem estranhamente do corpo da mulher estão vazias. Terão sido saqueadas? O que teriam contido? As horríveis protuberâncias que se desenvolvem na espinha dorsal da mulher são suportadas por um sistema de muletas. Por trás, uma reprodução de si própria, mais um dos monstros femininos de Dalí, imóvel como uma estátua na planície. Há ramos que despontam na cabeça desta Dafne moderna. Como sempre na arte de Dalí, a civilização parece ter atingido um estádio de ruína e putrefacção.No pulso, algumas peças reluzentes de joalharia exageram mais do que suavizam a miséria. A mão ergue no ar um lenço escarlate, de sangue, qual prémio por uma vitória.Um pouco mais atrás na paisagem, a girafa a arder (do título), temos outro dos curiosos habitantes deste deserto fantasmático. As chamas projectam sombras tremulantes que fazem a já estranha terra parecer ainda mais estranha - e árida. Próximo dela, a pequena figura fantasmagórica não está ali para observar o que se passa à sua volta. Ela olha para fora do quadro, projectando uma longa sombra. Tal como a girafa, que também não parece ter sentido as chamas que a envolvem. Todos suportam a dor em silêncio e com uma espantosa resignação.Em 1937, Dalí evocou as estranhas rochas do cabo Creus e transformou-as numa cabeça gigantesca sustentada por muletas, num quadro chamado «O Sono». Como pintor, Dalí foi um mestre do suspense psicológico. Estudou a história clínica de pacientes mentais e as interpretações dos sonhos de Freud. «Para ser possível dormir», escreveu ele acerca desta obra, «é necessário um sistema de muletas que constitua um equilíbrio psicológico. Se uma só delas falhar, surge imediatamente a insónia.»A muleta reaparece na tela de Basileia desempenhando a sua bem conhecida função. Como uma criança, Dalí tinha fantasias eróticas envolvendo muletas, e estas tornaram-se num dos seus fetiches preferidos, numa obsessão, particularmente nos anos 30, quando estas surgem constantemente sob diversos aspectos. Tal com no quadro de Basileia, isso liga-se amiúde a repugnantes protuberâncias com a forma de pénis, sobressaindo do corpo decadente.Todos os surrealistas queriam penetrar a mente humana. Mas Dalí foi mais longe, a sua pintura parece falar, como diz William Rubin, de estados exagerados de castração, putrefacção, voyeurismo, onanismo, cropofilia e impotência.Ainda que expulso do movimento, Dalí foi um dos seus maiores expoentes, se não o surrealista por excelência.